Home
Biography
DVD Lessons
Products
Discography
Reviews
Scott's Equipment
Media
Interviews
Links
Mailing List
Contact Scott

Chord of the Day
Reviews

What We Do (2006):
Guitar One Magazine
All About Jazz.com


FreakZoid (2006):
Reviews Coming Soon!


Controlled by Radar (2002):
Tombstone Fanzine
www.jazzlives.org
Fuse.Net
Jambands.com
High Bias
AllAboutJazz.com
Progressiveworld.net
FuseNet
Appropriate Apocalypse Webzine


Addition by Subtraction (2001):
www.laboratoriopop.com.br
High Bias
EatMag.com
BASSically.net
Aiding & Abetting


Ripe (1999):
Through Different Eyes
Progression Magazine
Legatogort's Progressive Rock Reviews
Delire Musical
20th Century Guitar


The Hand Farm (1997):
Stormbringer
The Laser's Edge
Expose' Magazine
Big Bang Magazine
Alternative Music Press
AllMusic Guide
Ace of Disks
2001 Newsletter
Alternate Views






www.laboratoriopop.com.br

O ponto forte do terceiro disco da trinca formada pelo virtuoso e subestimado Scott McGill na guitarra, Michael Manring (Attention Deficit) no baixo e Vic Stevens (Gongzilla) na bateria, “Addition by subtraction” (pelo selo especializado Laser’s Edge – www.lasercd.com) é a capacidade de extrair da técnica algum tipo de emoção, melodias e momentos memoráveis sem o uso de um diapasão ou cronômetro.

“Addition by subtraction” ficou aos cuidados do excelente produtor Neil Kernon, vencedor do Grammy e que já prestou serviços a Brand X, Queensryche e Judas Priest. Direcionado primeiramente ao fã-clube de McGill e aos progressivos em geral, a música é na verdade uma mistura de jazz com o prog metal tão em voga. Complexo, cheio de texturas, e pesado em muitos momentos, o disco lembra uma espécie de versão turbinada do King Crimson na fase “Starless and bible black”. Scott McGill esbanja sua influência do jazz rock de Jeff Beck, Brand X e Mahavishnu Orchestra. Com o apoio dos não menos talentosos Stevens e Manring, McGill leva às últimas conseqüências a inspiração jazzística na pura improvisação de temas como a abertura com “Zimparty”, a flamenca “Euzkadi”, “The voyage of st. brandon – abbot of clonfert”, “Silé”, “Four fields”, a sônica “Where are not amused”, e na sacação do título “In-a-gadda da vinci”, tributo ao pioneirismo do hoje esquecido Iron Butterfly, o peso da melhor escola californiana.

McGill, Manring e Stevens construíram um disco tão influente quanto os clássicos de Return to Forever, Mahavishnu Orchestra e Tribal Tech. A ajuda de Jordan Rudess (tecladista do Dream Theater) e de Neil Kernon (nos loops) provoca a chama e extrai o melhor dos envolvidos. Os trejeitos à la Jaco no funkeado Manring e o estilo de um clone de Buddy Rich metaleiro em Stevens são uma delícia imperdível mesmo para quem não é músico e só está atrás de diversão.

A promessa feita e repetida em “Addiction by subtraction” é cumprida à risca por todo o CD. Um ábum pop na essência, capturando as sonoridades do momento, mas no fundo simplesmente fusion, se não tão inovador quanto o de Jeff Beck, ao menos de comprovado bom gosto e prontinho para ser explorado.